SÓCIOS  


  FABIANO DE SOUZA

  Estreei no cinema em 1996 fazendo super-8. Depois dirigi alguns curtas onde tentei   investigar como o tempo pode influenciar os personagens e a linguagem   cinematográfica. Algumas vezes estes quebra-cabeças explodiram, em outras, ficaram   parecendo espirais orgânicas. Não sei qual dos casos prefiro. Dou aula na PUC/RS,   onde também faço doutorado. Edito a revista de cinema TEOREMA, onde já escrevi   sobre Abel Ferrara, Marco Belocchio e Spike Lee. Desde maio de 2007 ando babando   pela Maria Clara, minha primeira cria humana.

  GILSON VARGAS
  Comecei fazendo vídeos de improviso, com uma VHS na mão e algum tempo livre na   cabeça. Daí quando me dei conta estava dirigindo comerciais para TV, vídeo clipes etc.   Mas o cinema sempre foi meu chamado. Então em 97 comecei a filmar o média em   16mm ATÉ, lançado em 99. Logo o cinema deixou de ser digressão e passou a ser   minha vida. Escrevi, produzi e dirigi curtas onde a incomunicabilidade foi um tema   presente. Dou aula de roteiro e de direção na Unisinos. Em 2007 estreei como diretor   de teatro. Atualmente me dedico ao projeto de longa PARADEIRO e à finalização do   curta Dois Coveiros.

  GUSTAVO SPOLIDORO
  Eu lavava o rosto à noite pra assistir aos filmes de Woody Allen na TV com meu pai.   Duas décadas depois, me inscrevi em uma oficina de cinema e lá conheci o Fabiano e   depois o Gilson, que, junto com o Milton, viraram meus sócios uma década mais   tarde. Minha primeira experiência em produção foi ESCURO, super-8 do Cristiano Trein.   Depois, vieram mais de 10 curtas e momentos inesquecíveis, como a participação em   Berlim com o meu primeiro filme, VELINHAS. Oito anos depois, dou aula na PUC/RS,   coordeno a curadoria do CineEsquemaNovo e preparo o lançamento do Ainda   Orangotangos. Mas, no momento, minha atividade principal é corujar minha primeira   filha, Aimée.

  MILTON DO PRADO
  Sou cinéfilo da era do VHS e montei meu primeiro vídeo com dois videocassetes   conectados um ao outro. A faculdade de jornalismo me levou para Porto Alegre e para   os primeiros estágios em cinema. Dirigi um curta, O VELHO DO SACO, com Amabile   Rocha, mas foi na montagem que sedimentei meu trabalho e conheci meus atuais   sócios. Atualmente faço mestrado em Film Studies na Concordia University (Montreal),   escrevo livremente no meu blogue (O Olho de Hochelaga) e seriamente na   TEOREMA. Ando encantado com os filmes de Jacques Rivette.    
 

EQUIPE  
(em breve)